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Este projeto integra a disciplina de Técnicas de redação e faz parte do processo de avaliação contínua de cada aluno do 2ºII sob orientação da profª Patrícia.

O que você vê?

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Poema do Amor Perfeito - Cecília Meireles

Naquela nuvem, naquela,
mando-te meu pensamento:
que Deus se ocupe do vento.

Os sonhos foram sonhados,
e o padecimento aceito.
E onde estás, Amor-Perfeito?

Imensos jardins da insônia,
de um olhar de despedida
deram flor por toda a vida.


Ai de mim que sobrevivo
sem o coração no peito.
E onde estás, Amor-Perfeito?

Longe, longe, atrás do oceano
que nos meus olhos se aleita,
entre pálpebras de areia...

Longe, longe... Deus te guarde
sobre o seu lado direito,
como eu te guardava do outro,
noite e dia, Amor-Perfeito.

Alexandra C. Celestino Alves

CANÇÃO DO AMOR IMPREVISTO - Mario Quintana

Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E a minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve,
Com esses teus cabelos...
E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender
nada, numa alegria atônita...
A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos. 

Alexandra C. Celestino Alves

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Universos paralelos - Um pouco do que devemos entender


Hoje nas escolas todos nós aprendemos “o universo” como uma coisa infinita e única em que tudo se engloba no mesmo. A física moderna porem desmente essa idéia e surge com novas teses e explicações sobre aquilo o que deve ser o cosmo. Muitos cientistas defendem a idéia de que nosso universo é apenas um de infinitos – um “multiverso” – e que individualmente possuem leis físicas diferentes, assim como condições inimagináveis para que outros tipos de vida também ocorram.
  Segundo os cientistas existem dois tipos de universos paralelos: aqueles de fora e aqueles de dentro. Os de fora são aqueles que nunca poderemos chegar a ver ou tocar, mas que por meio de experimentos com supercomputadores são possíveis de serem detectados a níveis subatômicos. Os de dentro são os mais estranhos. Segundo a teoria, o nosso universo seria tão imenso que em algum ponto dele, oposto ao da terra, por exemplo, existiria outra terra idêntica a nossa.
  Outro fator importantíssimo é a colisão com certos princípios religiosos, já que com as conclusões tiradas do “paralelismo” é possível dizer que nosso mundo (cosmo) não foi uma criação divina, individual e especial para o Homem, mas apenas uma criação não tão significativa, de infinitas que existem e, portanto a religião perderia um de seus mais valorizados princípios.
  Apesar do promíscuo problema em relação à igreja, e as criticas ao delírio dos físicos que estudam esse campo físico tão vasto e inexplicável, esse assunto que hoje ainda aparece como fictício e teórico, pode  no futuro abalar as colunas do conhecimento que temos do universo e inserir para a humanidade um recomeço para sua jornada em busca do “de onde viemos?” e do “para onde vamos?”.




Postado por:     Adrian Boiça
                        Matheus Fatori
                        Raphael Ferreira