Hoje nas escolas todos nós aprendemos “o universo” como uma coisa infinita e única em que tudo se engloba no mesmo. A física moderna porem desmente essa idéia e surge com novas teses e explicações sobre aquilo o que deve ser o cosmo. Muitos cientistas defendem a idéia de que nosso universo é apenas um de infinitos – um “multiverso” – e que individualmente possuem leis físicas diferentes, assim como condições inimagináveis para que outros tipos de vida também ocorram.
Segundo os cientistas existem dois tipos de universos paralelos: aqueles de fora e aqueles de dentro. Os de fora são aqueles que nunca poderemos chegar a ver ou tocar, mas que por meio de experimentos com supercomputadores são possíveis de serem detectados a níveis subatômicos. Os de dentro são os mais estranhos. Segundo a teoria, o nosso universo seria tão imenso que em algum ponto dele, oposto ao da terra, por exemplo, existiria outra terra idêntica a nossa.
Outro fator importantíssimo é a colisão com certos princípios religiosos, já que com as conclusões tiradas do “paralelismo” é possível dizer que nosso mundo (cosmo) não foi uma criação divina, individual e especial para o Homem, mas apenas uma criação não tão significativa, de infinitas que existem e, portanto a religião perderia um de seus mais valorizados princípios.
Apesar do promíscuo problema em relação à igreja, e as criticas ao delírio dos físicos que estudam esse campo físico tão vasto e inexplicável, esse assunto que hoje ainda aparece como fictício e teórico, pode no futuro abalar as colunas do conhecimento que temos do universo e inserir para a humanidade um recomeço para sua jornada em busca do “de onde viemos?” e do “para onde vamos?”.
Postado por: Adrian Boiça
Matheus Fatori
Raphael Ferreira

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