Conceito de sexo
O sexo quase sempre foi considerado um assunto-tabu na história da humanidade. A partir do século XX, no entanto, o assunto começou a ser discutido mais livremente pela sociedade. Seria isto bom ou ruim?
Vemos na televisão notícias que abalam a humanidade como: pais que exploram os filhos,colocando-os no mundo da prostituição ou abusos praticados por familiares.
Há outros casos como mulheres que se submetem à prostituição para sua própria sobrevivência.
O sexo é um assunto pouco discutido entre pais e filhos, acarretando sérios problemas como: gravidez na adolescência e doenças sexualmente transmissíveis (HIV, gonorréia, sífilis,etc...).
A sexualidade entre os adolescentes está cada vez mais precoce, pois a capacidade de entender sobre os perigos e consequências é vaga.
A gravidez na adolescência ocorre em 84% das jovens entre 15 à 17 anos, pelo fato de não usarem métodos contraceptivos ( anticoncepcionais, camisinha, entre outros).
Por esse fato, as jovens acabam prejudicando sua própria saúde causando danos a si e ao bebê.
As DST's são um dos problemas que causam mais danos na sociedade, além de obterem poucas curas.
A doença mais devastadora é a AIDS,que acaba com o organismo do infectado e aos poucos seu sistema imunológico vai se desgastando. É uma doença para a qual ainda não existe cura.
Os contraceptivos são muito importantes, por prevenir uma gravidez indesejada e doenças.
O sexo porém tem suas vantagens : une casais que valorizam o amor entre si e que querem formar uma família e principalmente serve para a continuidade de nossa humanidade .
E agora, o que você pensa sobre o sexo ?
Ana Carolina Alves, Gabriela Sagula e Ana Carolina Marafão
- Blog do 2º II
- Este projeto integra a disciplina de Técnicas de redação e faz parte do processo de avaliação contínua de cada aluno do 2ºII sob orientação da profª Patrícia.
O que você vê?
terça-feira, 3 de agosto de 2010
TORTURA NO BRASIL
A autoridade - militar ou civil - pede os documentos. A autoridade - fardada ou à paisana decide que você é uma ameaça à sociedade. Algemado, debaixo de “bordoadas”, você é levado para uma delegacia e jogado numa cela, onde não cabem dez, mas há cinquenta miseráveis. Você fica lá dentro, no meio da “muvuca”, durante dois dias sem dormir, em pé e sem poder se deitar. No terceiro dia, o carcereiro leva você até uma sala especial e o coloca no “pau-de-arara” e é espancado até se urinar todo e você volta à infância, gritando mamãe.
Depois você passa por uma seção de choques. Os dentes trincam, a língua engrossa dentro da boca, os olhos rolam, o cérebro entra em pane. A seguir, enfiam sua cabeça dentro de um galão cheio de água numa seção de afogamentos. Você está no meio do Oceano Atlântico e vai ter que beber tudo. E é claro que você confessa:
“Não existe tortura no Brasil! Eu nunca mais vou dizer que existe tortura no Brasil! Tortura nunca mais! Aqui não existe mais tortura!”
Você está com sorte, o torturador foi com a sua cara. Chama outro torturador, que está ali no canto e pede que ele fique frente à frente com você. Não dá para ver quem é o outro: ele tem olhos vazios que vão além da dor, anestesiado de tanta pancada. “Beija! Na boca! Beija na boca!” Você quer sair do inferno. Você não aquenta mais. “Beija!”, grita o torturador. Você beija o outro.Isso é beijo de comadre. “De língua! Eu quero um beijo de língua!” Você dá um beijo de língua.
Não existe tortura no Brasil.
Você apanhou de graça. E beijou a boca de outro homem sem prazer. Você estava certo: existe tortura no Brasil. E quem diz isso é o Chefe de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, o delegado Hélio Luz: “A sociedade tem parte da culpa. Ela sempre tolerou a tortura e a usou para resolver os seus problemas. Quantas vezes a elite entrou numa delegacia e pediu para dar um aperto na empregada, suspeita de sumir com as jóias da madame? E não podemos esquecer que o Estado sempre utilizou a tortura como mecanismo de defesa. Não podemos esquecer-nos dos períodos do Estado Novo e do regime militar. Nunca se bateu tanto nesse país como naqueles tempos,”diz o delegado.
Tudo bem. O Chefe de Policia sabe o que diz. E você se deu bem: podiam ter queimado seu pênis ou enfiado um vergalhão em brasa nos seus ânus.
Ou para falar mais radicalmente: você podia estar morto. Mas você está aí: vivo. E como não é nenhum Chefe de Policia, acha bom confessar que não existe tortura no Brasil.
Isso vai fazer bem a sua saúde.
Depois você passa por uma seção de choques. Os dentes trincam, a língua engrossa dentro da boca, os olhos rolam, o cérebro entra em pane. A seguir, enfiam sua cabeça dentro de um galão cheio de água numa seção de afogamentos. Você está no meio do Oceano Atlântico e vai ter que beber tudo. E é claro que você confessa:
“Não existe tortura no Brasil! Eu nunca mais vou dizer que existe tortura no Brasil! Tortura nunca mais! Aqui não existe mais tortura!”
Você está com sorte, o torturador foi com a sua cara. Chama outro torturador, que está ali no canto e pede que ele fique frente à frente com você. Não dá para ver quem é o outro: ele tem olhos vazios que vão além da dor, anestesiado de tanta pancada. “Beija! Na boca! Beija na boca!” Você quer sair do inferno. Você não aquenta mais. “Beija!”, grita o torturador. Você beija o outro.Isso é beijo de comadre. “De língua! Eu quero um beijo de língua!” Você dá um beijo de língua.
Não existe tortura no Brasil.
Você apanhou de graça. E beijou a boca de outro homem sem prazer. Você estava certo: existe tortura no Brasil. E quem diz isso é o Chefe de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, o delegado Hélio Luz: “A sociedade tem parte da culpa. Ela sempre tolerou a tortura e a usou para resolver os seus problemas. Quantas vezes a elite entrou numa delegacia e pediu para dar um aperto na empregada, suspeita de sumir com as jóias da madame? E não podemos esquecer que o Estado sempre utilizou a tortura como mecanismo de defesa. Não podemos esquecer-nos dos períodos do Estado Novo e do regime militar. Nunca se bateu tanto nesse país como naqueles tempos,”diz o delegado.
Tudo bem. O Chefe de Policia sabe o que diz. E você se deu bem: podiam ter queimado seu pênis ou enfiado um vergalhão em brasa nos seus ânus.
Ou para falar mais radicalmente: você podia estar morto. Mas você está aí: vivo. E como não é nenhum Chefe de Policia, acha bom confessar que não existe tortura no Brasil.
Isso vai fazer bem a sua saúde.
Matheus e Rafael
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